Economia

Procon identifica diferença de até 172% nos preços de carnes em estabelecimentos da RMR

Publicado dia 29/07/2021 às 17h05min | Atualizado dia 31/07/2021 às 02h51min
Órgão de fiscalização vistoriou 17 pontos comerciais na pesquisa de carnes, queijos e presuntos

Pesquisa do Procon Pernambuco identificou diferença de 172,28% nos preços da linguiça de frango em estabelecimentos da Região Metropolitana do Recife (RMR).

O órgão de fiscalização realizou em 17 pontos comerciais o levantamento de preços de carnes bovina, suína e de frango, além de queijos e presuntos, para ajudar o consumidor na hora das compras.

O quilo da linguiça de frango pode ser encontrado a R$ 24,90 em um estabelecimento e por R$ 8,98 em outro – a diferença de 172,28%. 

Na parte de carnes bovinas, o quilo de chambaril pode ser adquirido por R$ 19,99 e em outro estabelecimento por R$ 41,50. Uma diferença de 107,60%. 

A picanha também apresenta diferença de 95,37% entre os valores, segundo o Procon. O quilo da carne pode ser adquirido por R$ 42,99 e em outro estabelecimento por R$ 83,99.

Já nas carnes suínas, o pernil suíno tem diferença de 140,16%, podendo ser encontrado de R$ 14,99 até R$ 36,00. Nos frios, o queijo de coalho é o que apresenta maior diferença percentual, são 150,06%. O quilo do produto chega a custar R$ 23,99 em um supermercado e em outro custa R$ 59,99. O presunto de peru apresenta um percentual de 85,88% de diferença, com valores de R$ 19,90 a R$ 36,99.

“A situação financeira das famílias foi agravada diante da pandemia. O levantamento de preços de carnes, queijos e presuntos, dispõe aos pernambucanos mais uma ferramenta de economia”, ressalta o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico.

O órgão de Defesa do Consumidor pesquisou 25 cortes de carnes bovinas, seis de carne suína, 13 cortes de frango, cinco tipos de queijos e dois de presuntos. 

Em planilha disponível no site do órgão, é possível identificar o preço de cada item por estabelecimentos, com o nome dos locais e endereços onde o produto encontra-se mais acessível.

 

Foto: Divulgação/Procon-PE

Fonte: Portal Folha de Pernambuco